RTW tickets – What we found out and what we decided

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It’s been an afternoon deep into simulators, conditions and designing our trip dates. This is what we have to report back.

Both Star Alliance (Book and Fly tool) and Sky Team (Round the World Planner) have very user friendly simulators that validate the trip you are planning as you go and even explain the errors as they occur so that you can make changes and proceed with planning.

We also read the terms and conditions of both and called them to clarify questions regarding our specific case. Both were well informed but we were especially impressed with Star Alliance, where the call was handled by the Lufthansa team.

The way it works is basically this:

  • You start and stop in the same city and you can only travel in one direction (East or West).
  • You need to include a flight over the Atlantic and another over the Pacific.
  • You need to have minimum 3 stops and maximum 15 stops. Anywhere you stay more than 24h is a stop and connection flights count as stops in many cases, reducing the number of countries/cities you can include. So check different combinations in terms of order of cities so that you maximize your ticket.
  • You can add legs where you travel overland but they count as stops as well.
  • In addition to number of stops there are also mileage levels to consider and finally the type of ticket to buy (economy in our case). The combination of these determines the price of the ticket.

The simulators have 3 major steps:

  • Step 1 – Choose the order of cities – the simulator validates stops and mileage groups. Here we managed to include all our stops, except some in the US (there is a max of 4 or 5 stops)
  • Step 2 – Choose dates and actual flights – this is where it gets tricky. More or less for each destination not served by a direct flight, you have to remove another. So, include the longest or more expensive to buy individually.
  • Step 3 – Book and pay

Step 1 went smoothly on both planners but Step 2 was decisive for us. On both planners we decided to drop US mainland flights (they are cheaper compared to international or intercontinental flights) but on Sky Team we had to exclude some expensive flights like South Africa – Seychelles – Lisbon. They just don’t seem to have many direct flights over our destinations. With Star Alliance the only flights excluded were US and South Africa/Namibia. These are also the places where we want more flexibility so it fits well with our plan.

In addition to this Star Alliance has a team supporting these types of trips that quotes any changes as we need them (dates, cities, etc) and we either pay the difference or get a refund if the new option is cheaper. Changes in dates where the airline and airports remain unchanged have no additional cost.

In the end we compared the price of Star Alliance with booking individually and the difference was only 5% cheaper for individual flights but we had to book them all now (and this excludes additional credit card and luggage fees). If we book as we go during the trip, with 1 to 2 weeks in advance then it is actually more expensive.

The small price differences, determining budget allocation to flights prior to departure and the risk mitigation of flying with an alliance of airlines that have a bigger structure around them and a single point of contact dictates our decision: we are booking a RTW ticket!

Bandeira Portuguesa Esta tem sido uma tarde de pesquisa intensiva a definir as datas em mais detalhe, entre simuladores e condições dos bilhetes. Isto é o que temos a relatar de volta.

Tanto a Star Alliance (Simulador Reserve e Voe) como a Sky Team (Simulador Volta ao Mundo) têm simuladores muito fáceis de usar que vão fazendo a validação da viagem à medida que vamos inserindo os dados e que vão explicando os erros à medida que acontecem e ajudando a resolver de acordo com as condições da viagem.

Lemos também as condições dos bilhetes e ligámos para clarificar algumas questões específicas da nossa viagem. Ambas prestam boas informações mas ficámos especialmente impressionados coma Star Alliance, onde a nossa chamada foi atendida pela Lufthansa.

Os bilhetes à volta do mundo funcionam basicamente assim:

– A cidade de partida tem de ser a mesma que a cidade de chegada a apenas podemos viajar num sentido (para Este ou para Oeste).

– Temos de incluir um voo que atravesse o Atlântico e outro sobre o Pacífico.

– Temos de ter um mínimo de 3 e um máximo de 15 paragens. Todos os sítios onde ficamos mais de 24h contam como uma paragem e voos de ligação também contam como paragens em muitos casos. Convém portanto testar combinações para reduzir as escalas.

– Podemos adicionar partes da viagem em que se viaja por terra mas estas também contam como uma paragem.

– Além do número de paragem, também existem escalões de milhas e tipos de bilhetes (economia no nosso caso). A combinação dos três determina o preço do bilhete.

Os simuladores têm 3 etapas principais:

– Etapa 1: Escolher a ordem das cidades – o simulador valida as condições do número de paragens e escalões de milhas. Aqui conseguimos incluir todas as nossas paragens à excepção de algumas cidades nos EUA (tem um limite de 4 ou 5 pagarens).

– Etapa 2: Escolher as datas e voos específivos – aqui é que o caso se complicou. Por cada destino não servido por um voo directo, mais ou menos tivémos que retirar um outro. Mantivémos sempre os destinos mais longos ou mais caros de comprar em separado. 

– Etapa 3 – Confirmar e pagar.

O primeiro passo correu igualmente bem nos dois simuladores mas o segundo foi decisivo. Em ambos os simuladores decidimos deixar de fora os voos nos EUA (mais baratos do que voos internacionais ou intercontinentais) mas na Sky Team tivémos de excluir voos mais caros como África do Sul – Seychelles – Lisboa. A Sky Team parece ter muitos menos voos directos para oferecer nos nossos destinos. Com a Star Alliance as únicas exclusões foram EUA e África do Sul/Namíbia que são também os lugares onde queremos mais flexibilidade de datas, o que se encaixa bem nos nossos planos.

A Star Alliance tem também uma equipa específica para estas viagens que vai cotando todas as mudanças que quisermos tentar e ou pagamos a diferença ou recebemos o reembolso se a nova opção for mais barata. Mudanças de datas onde as companhias aéreas e os aeroportos não mudam não têm custos extra.

Por último comparámos o preço da Star Alliance com marcar os bilhetes individualmente e se marcarmos todos já temos apenas uma poupança de 5% (não contanto com taxas de cartões de crédito ou de bagagem que ainda temos de pagar). Se formos marcando individualmente durante a viagem, com 1 ou 2 semanas de antecedência, fica até mais caro.

As pequenas diferenças de preço, saber quanto do nosso orçamento está alocado aos voos e o menor risco de usar a Star Alliance que tem uma estrutura maior à sua volta e um único ponto de contacto especializado fez-nos tomar esta decisão: vamos marcar um bilhete à volta do mundo!

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