Travel Insurance – a necessary evil

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Maybe it’s just me but discussing insurances never leaves me in a good mood. I usually say buying an insurance is buying something you wish you will never have to use (Rule of Insurances #1). For someone with a slight shopaholic side this does not sound good at all! In addition to this you realize that when you have to use the insurance you always get a lot less than you thought. Rule of Insurances #2: take what you can get and be thankful it wasn’t even less.

Anyway, I read a lot on the internet about buying or not insurance and what kind. There is a lot of information available but a lot of it is confusing since it is assuming you are familiar with the terms and with how these insurances work. It would be better to post actual examples and say what is covered but then you would also get a good sense of how much is not covered 🙂

The thought of not getting any insurance crossed our minds for a second but the risk is just too high. Especially for a long trip like this we should invest in an insurance that covers at least medical expenses. In many countries access to good medical care is really expensive and we also want to avoid language barriers so this is the only solution that makes sense.

At first we thought we would use just the credit card insurance but ours only covers trips that last up to 90 days. If the trip is longer, then it covers 0 days… But for your information the insurances on credit cards are usually really good and already included in your fees so ask your provider for more information.

After this I looked into about 10 different insurance providers, some local and others international. A lot of reading of small prints, a lot of emails and phone calls to understand how it actually works and in the end the decision came down to World Nomads and DNB (links below).

World Nomads provides international travel insurance and are one of the top sellers for long term travel, recommended by Lonely Planet and National Geographic Chanel. They have the information well organized and are easy to contact and clarify questions with, both via phone and email. 

DNB is Norway’s largest financial services group and their travel insurance won Best in Test in Norway for 2015. The coverage seems really good and they guarantee to give you the same if you find better elsewhere. In addition to this the sales team was well informed and supportive throughout the entire process (something we cannot say about most of the other banks and insurance providers contacted). And I am picky! I read through all the small print and ask a lot of questions. Truth is, I just want to feel I did my due diligence when choosing an insurance.

Some tips for when you choose your own travel insurance:

  • Check types of coverage and amounts per person and per family.
  • Verify how much is the policy excess (to make a claim from the insurance provider).
  • Ask specific questions about items you normally take with you (electronics and jewelry have the most differences).
  • Coverage of theft and damage might be different for the items above, make sure to clarify.
  • Delays and damage to baggage are the airlines responsibility first, so you have to claim from them before you settle the remainder with your insurance provider.
  • Medical coverage should always be 100%. Check if expensive bills need to be paid by you or if the insurance provider takes care of them directly.
  • Expenses covered in case of trip interruption (e.g. medical reasons) and if/how much is covered to resume the trip.


Now that have our travel insurance in place it’s time to finally start booking our trip!

Bandeira Portuguesa

Talvez seja só eu, mas falar de seguros nunca me deixa bem disposta. Costumo dizer que comprar um seguro é comprar algo que esperas nunca vir a usar (Regra dos Seguros nr 1). Para alguém com leves tendências de shopaholic como eu isto não soa nada bem! Além disso quando realmente accionas o seguro nunca recebes aquilo que esperavas. Regra dos Seguros nr 2: aceita o que te derem porque podia ser ainda menos.

Li muito na internet sobre comprar seguro ou não e que tipo seria melhor para o nosso caso. Existe muita informação disponível mas grande parte é bastante confusa e não tem exemplos com cenários para que pessoas leigas no assunto possam entender com mais facilidade. Talvez seja porque estes cenários iam também mostrar o quanto não está coberto 🙂

Passou-nos pela cabeça por um momento não comprar nenhum seguro (esta é a posição do Nuno relativamente a todos os tipos de seguros), mas o risco seria muito grande. Especialmente para uma viagem longa como esta devemos comprar um seguro que cubra pelo menos despesas médicas. Em muitos países o acesso a cuidados médicos de qualidade é muito caro e nós também queremos evitar barreiras linguísticas em questões médicas.

Inicialmente pensámos em usar o seguro do cartão de crédito mas o nosso apenas cobre viagens até 90 dias. Se a viagem dura mais de 90 dias, então o seguro cobre 0 dias… Mas para vossa informação os seguros dos cartões de crédito são normalmente muito bons e já estão incluídos nas comissões do cartão por isso peçam mais informações sobre o vosso.

Depois eu consultei cerca de 10 seguradoras, algumas locais na Noruega e outras internacionais. Horas e horas a ler as letras pequeninas, muitos emails e telefonemas para entender como estes seguros realmente funcionam. No final a decisão esteve entre World Nomads e DNB.

World Nomads (link em Inglês) vende seguros de viagem internacionais a residentes de qualquer país e são um dos maiores a nível mundial recomendados por Lonely Planet ou National Geographic Chanel. Estão bem organizados e foi muito fácil contactá-los por email e telefone. As respostas foras rápidas e detalhadas. 

DNB (link apenas em Norueguês, cliquem para ver o que entendem!) é o maior grupo financeiro na Noruega e o seu seguro de viagem foi o melhor em teste de 2015. As coberturas do seguro parecem bastante boas mas se encontramos melhor eles oferecem o mesmo.  Além disso a equipa de vendas está bem informada e apoiam durante todo o processo (algo que não podemos dizer de outros bancos ou seguradoras contactadas). E acreditem que sou picuinhas, leio as letrinhas todas e faço muitas perguntas. No fundo só quero sentir que fiz tudo ao meu alcance e que tomámos a melhor decisão possível.

Algumas dicas para quando tiverem que escolher o vosso seguro de viagem:

– Verifiquem os tipos de cobertura e montantes por pessoa e por família.

– Verifiquem quanto se paga por cada vez que se acciona o seguro.

– Façam perguntas específicas sobre items que normalmente levam e que são de valor (equipamento electrónico e jóias é onde encontram normalmente as maiores diferenças).

– Coberturas de roubo e danos podem funcionar de forma diferente no mesmo seguro e também para o tipo de items acima, clarifiquem as diferenças.

– Atrasos e danos na bagagem são em primeiro lugar responsabilidade da companhia aérea, por isso primeiro temos de reclamar junto desta e só depois podemos accionar o seguro de viagem. 

– Cobertura de despesas médicas deve ser sempre de 100%. Verifiquem também se contas médicas mais caras podem ser pagas directamente pela seguradora.

– Cobertura de despesas por interrupção da viagem e para a retomar (por exemplo, por razões médicas).

Agora que já decidimos o seguro de viagem está na hora de começarmos finalmente a marcar a viagem!

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2 thoughts on “Travel Insurance – a necessary evil

  1. Goncalo says:

    Did you check coverage in USA? specially medical. Its usially the most expensive and some world insurances cover everything BUT USA!

    Like

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